Perfis especializados que apoiam servidores, assessorias e vereadores nas rotinas administrativas, jurídicas, legislativas, contábeis, de contratação, controle interno e atendimento ao cidadão.
A LegeAI oferece assistentes de IA especializados nas rotinas de Câmaras Municipais. A proposta é apoiar equipes na pesquisa de informações, elaboração de minutas, organização de documentos e execução assistida de tarefas.
Os assistentes são configurados conforme o ambiente digital da Câmara — site institucional, sistema legislativo, portal da transparência, e-SIC, Ouvidoria e demais fontes oficiais. A tecnologia atua como apoio, sem substituir servidores, responsabilidade profissional ou validação humana.
A composição pode ser ajustada ao porte da Câmara e às prioridades de seus setores. Clique em cada assistente para ver as capacidades, exemplos de uso e limites.
Secretaria, direção administrativa e equipes de apoio legislativo
Procuradoria, assessoria jurídica e equipes de apoio às comissões
Agentes de contratação, pregoeiros e equipes de planejamento e gestão contratual
Contabilidade, finanças e equipes de prestação de contas
Controle interno, responsáveis pela transparência e gestores
Vereadores e assessorias de gabinete
Cidadãos e equipes responsáveis pelo atendimento, e-SIC e Ouvidoria
Estas capacidades não são assistentes separados — são a infraestrutura técnica e institucional que garante funcionamento, segurança e governança da plataforma.
Os assistentes podem utilizar documentos, normas, modelos e procedimentos selecionados pela instituição. O acervo deve ter responsáveis, critérios de atualização e separação entre conteúdo público e restrito.
Conforme as ferramentas habilitadas, os assistentes podem preparar documentos editáveis, PDFs, planilhas e apresentações, utilizando os modelos aprovados pela instituição, prontos para download.
A implantação considera os sistemas e canais que a Câmara já utiliza. A compatibilidade é verificada no diagnóstico e não pressupõe integração universal ou permissão automática para alterar dados.
Acesso autorizado por função, separação entre informações públicas e restritas, minimização de dados pessoais, proteção de credenciais, validação humana em atos institucionais e rastreabilidade.
Cada implantação é configurada conforme a realidade da instituição. O piloto deve observar utilidade das respostas, fidelidade às fontes, retrabalho, segurança e aderência à rotina institucional, sem presumir ganhos antes da medição.
Mapear as principais dificuldades e as fontes oficiais disponíveis na Câmara.
Escolher o perfil de maior utilidade imediata para começar a implantação.
Estabelecer documentos de referência, limites de atuação e responsáveis por cada área.
Ajustar fluxos e validar com situações representativas da rotina da instituição.
Treinar servidores para uso e revisão criteriosa das respostas dos assistentes.
Executar piloto com critérios definidos e ajustar o escopo antes de ampliar.
Ampliar para outros assistentes e setores conforme os resultados comprovados.
Agende uma demonstração e conheça como cada perfil pode ser configurado para o seu ambiente institucional.